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07/04/2003
As lições que ficaram


Da 20ª prova que ?circo? disputou em São Paulo, ficaram algumas lições, umas altamente positivas, e algumas, negativas.

Comecemos pelos poucos, mas infelizmente existentes aspectos negativos que ficaram latentes graças à ?ajudazinha? dada por São Pedro.

É mais que urgente uma providência da Prefeitura de São Paulo no sentido de remodelar o asfalto do traçado no trecho próximo à saída do ?Esse do Senna?, aquele nas imediações do ?Posto 3? de sinalização onde a piloto Mika Duno havia rodado na prova da Fórmula Super Nissan realizada em dezembro, mas que nem por isso foi mexido.

Tanto a ?calha? existente no asfalto continua lá, que ontem a parte de trás da barreira de proteção existente na ?Curva do Sol? foi transformada em algo que parecia uma das unidades da Estapar ou qualquer outra empresa de estacionamento, tanto que ficaram por ali os carros de Juan Pablo Montoya, Antonio Pizzonia, Michael Schumacher, Jenson Button e Jos Verstappen, pilotos que se tornaram passageiros de seus bólidos depois da passagem por dentro da ?valeta? que nem é assim tão difícil de eliminar.

Por conta dá água que São Pedro parecia jogar de balde sobre o circuito ficou latente também mais uma situação que é passível de correção para que definitivamente possamos nos orgulhar de termos um dos melhores traçados do mundo: é urgente providenciar para que pelo menos uma faixa das áreas internas do circuito seja calçada, já que o ?barreiro? pelo qual Michael Schumacher teve de atravessar foi mostrado para todo o planeta via satélite, o que definitivamente não teria sido necessário.

A resolução do problema do ?lameiro? que a chuva provoca nem é tão difícil ou custosa assim, já que para calçar pelo menos alguns trechos pode ser usada parte da brita que ocupava as áreas de escape agora calçadas por asfalto, aliás, um dos muitos aspectos positivos dentre as obras que a administração paulistana realizou no circuito nos últimos dois anos.

Concluindo as lições negativas deixadas pelo mais tumultuado GP de toda a história de passagens da Fórmula 1 pelo Brasil, é imperativo repensar o posicionamento para o trabalho do guindaste usado para a remoção de carros que tenham escapado da pista.

Imagine o quão negativa teria sido para todos nós a repercussão se no momento em que escapou da pista o Ferrari do alemão Michael Schumacher tivesse acertado em cheio o guindaste que estava sendo usado para a remoção do Williams de Juan Pablo Montoya.

Teríamos então uma depreciação enorme da nota (alta, diga-se de passagem), que costumeiramente os aspectos organizacionais da rodada brasileira do ?circo? costumam receber da Federação Internacional de Automobilismo.

Os aspectos positivos

Do lado positivo das lições que o Grande Prêmio Brasil de 2003 trouxe há de se destacar mais uma vez a infra-estrutura de atendimento médico colocada dentro do Centro de Atendimento do circuito pelo Hospital São Luiz.

De novo o Autódromo Internacional José Carlos Pace recebeu equipamentos de última geração, passando a ter condições de atender até mesmo casos gravíssimos, que felizmente acabaram não acontecendo.

Há de se frisar também que ficou mais uma vez claro que, se houver boa vontade, as coisas podem acontecer exatamente nos horários previstos, tanto que não houve um ensaio que tenha sido iniciado com atraso, salvo, claro, por força das intempéries, das quais nem nós, nem ninguém em qualquer outro país do mundo podemos ser culpados.

Finalmente, há de se destacar o trabalho novamente exemplar que foi desenvolvido por todos aqueles que foram convocados para trabalhar no Grande Prêmio, que novamente comandados pelo Diretor de Prova Carlos Montagner cumpriram a contento seus papéis.

Se me fosse pedida uma nota para tudo o que envolveu a prova brasileira, daria um nove. Para São Pedro um ?zero? e Para Deus um louvável ?Dez? já que ele provou definitivamente ser brasileiro, poupando os pilotos que bateram de entrarem para a lista de ?baixas? que infelizmente acompanha a categoria mais badalada de automobilismo do planeta.
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